NOS CONHECEMOS, ROLOU UMA QUÍMICA, TRANSAMOS... MAS... E DEPOIS?
E depois do orgasmo?
Imediatamente após o orgasmo, nem sempre tudo termina: há
várias situações e pensamentos que podem surgir. Se acreditamos que o objetivo
do sexo é apenas a descarga de excitação por meio do orgasmo, estamos limitando
as opções. Quando temos outro olhar sobre a sexualidade, talvez mais erótico e
criativo, e sobretudo se o relacionamento não se baseia apenas na atração física,
o panorama é diferente.
Não posso deixar de mencionar uma diferença geral entre
homens e mulheres. É comum a mulher sentir a necessidade de aconchego com o
parceiro depois que seu impulso sexual se aquieta. A liberação da oxitocina
(chamado de “o hormônio do carinho”) durante o orgasmo pode ser uma das
explicações biológicas. A necessidade de se sentir amada, e não apenas
desejada, é uma explicação psicológica. Além disso, sabemos que a mulher
vincula mais o sexo ao amor, e costuma se envolver em relacionamentos onde o
carinho é importante, mesmo que o desejo sexual tenha diminuído. Já o homem
passa pelo chamado “período refratário”, e durante algum tempo (que podem ser
alguns poucos minutos ou mais) ele sente indiferença e até rejeita o contato
físico. É quando pode perceber se sente amor pela parceira ou é apenas atração
sexual. Se não sente a necessidade de abraçá-la, acariciá-la ou mimá-la, então
o impulso será (ainda que pareça cruel dizê-lo) o de “desaparecer”.
Além das diferenças entre os sexos, é preciso dizer que
quando ambos estão em sintonia e desejam continuar juntos após o orgasmo, a
sensação é maravilhosa. As carícias ternas, as palavras de afeto, as atenções
mútuas, o diálogo sobre o que compartilharam, não terão o tom apaixonado que
caracteriza a excitação crescente. Entretanto, a proximidade tem a vantagem de
transformar o encontro erótico em uma situação sem cortes abruptos, mais
harmônica e em que as sensações transcendem os limites da pele.
fonte: Discovery mulher


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